sexta-feira, 6 de setembro de 2013

O Quezado Filgueiras


O português José Quezado Filgueiras Lima, o “Urucubaca”, desembarcou no Brasil no século XVIII, em torno de 1750, onde casou com a baiana Maria Pereira de Castro. Por volta de 1770 transferiu-se com a família para a região do Cariri Cearense.


             É o ancestral dos Filgueiras, Filgueiras Sampaio de Barbalha-CE, Salgueiro-PE e Serrita-PE, dos Santos Lucena de Brejo Santo-CE, entre outras. Foi o pai de José Pereira Filgueiras, o 2º capitão-mor do Crato-CE, - pai de Filgueirinha e da velha Mafalda - do capitão Romão Pereira Filgueiras - pai de Francisca Quezado Martins Filgueiras, avô do Coronel Romão Sampaio de Serrita e Salgueiro e bisavô do Coronel Chico Romão de Serrita - e tataravô do Cel. Chico Chicote.

Os sobrenomes Filgueiras e Quezado e as combinações de ambos são comuns nas cidades portuguesas de Porto e Viana da Foz do Lima, atual Viana do Castelo. Em Viana existe uma família tradicional com este sobrenome. Segundo o português Jofre de Lima, a família Vianense descende de João Quezado, "o velho", que nasceu na cidade do Porto e se estabeleceu na foz do rio Lima. Entre seus filhos, destacou-se Branca Quezado, casada com Gil Perez Tourinho, donatário de Porto Seguro na Bahia, alguns ramos desta família descendem de Cristãos Novos.

 

Autor

Minha foto

Apresentação
O autor deste blog, menino pobre de família tradicional, passou a infância escutando o avô e os tios contarem estórias de um passado glorioso em que a família gozara de prestígio social e econômico. Este passado, contado em fantásticas narrativas, levou-o a amar a história, gostar de assistir a filmes épicos e se apaixonar pela disciplina após ganhar "A história do mundo para crianças" de Monteiro Lobato aos dez anos. Leu o "Adolf Hitler" de John Toland, que seu tio Antônio Taumaturgo tinha como livro de cabeceira.   Decidiu cursar história na FACHUSC de Salgueiro, sem se identificar com a história social, embora sempre fosse um dos melhores alunos preferia o prazer das aventuras do passado ao  pensamento de Karl Marx.
 
Decidido a recontar as estórias que guardou das conversas com seus antepassados, decidiu publicá-las agora enriquecidas com pesquisas históricas, genealógicas e muita imaginação. Não é objetivo deste blog ser fiel a realidade utilizando métodos das ciências sociais, pouco importa se o que está sendo contado é verdade ou não - este é o espaço dos trabalhos acadêmicos - seu objetivo é divertir o leitor relatando um passado romantizado, épico. Muito do que os antigos contavam curiosamente foi confirmado por relatos de pesquisadores e documentos históricos.